segunda-feira, 15 de abril de 2013

interpretação de fábula africana - Tia Paula Educando com o coração


O macaco e o crocodilo - fábula africana


 Leia o texto com atenção

O MACACO E O CROCODILO
                                         Fábula africana 







             
            O macaco vivia numa mangueira perto da margem do rio. Certo dia, um crocodilo se aproximou.
“Humm”, o crocodilo pensou:
— Estou com vontade de comer coração de macaco no jantar. Então, ele disse para o macaco:
— Desça da árvore para brincar comigo!
— Eu não posso brincar com estranhos — respondeu o macaco.
— Mas eu quero lhe mostrar uma mangueira do outro lado do rio. Ela dá mangas muito melhores do que a sua árvore.
— É mesmo? — exclamou o macaco. — Mas eu não sei nadar.
— Não tem problema — sorriu o crocodilo — Pule nas minhas costas que eu o ajudo a atravessar o rio.
O macaco pulou nas costas do crocodilo. Logo estavam no meio do rio.
De repente, o crocodilo começou a mergulhar, com o macaco ainda em suas costas.
— Socorro! Pare! Estou me afogando! — gritou o macaco.
— Segure-se — o crocodilo sorriu. — Eu vou afogá-lo, pois quero comer coração de macaco no jantar, e você foi burro o suficiente para confiar em mim.
—Ah! — lamentou-se o macaco — Eu gostaria que tivesse me contado a verdade. Aí eu teria trazido meu coração comigo.
— Quer dizer que você deixou seu coração na mangueira? — perguntou sem acreditar, o crocodilo.
— Mas é claro — respondeu o macaco. — Nesta selva perigosa os macacos não correm por aí com seus corações. Nós os deixamos em casa. Mas vou lhe dizer o que podemos fazer. Você me leva para a mangueira com frutas maduras, do outro lado do rio, e depois podemos voltar para pegar meu coração.
—Nada disso — desdenhou o crocodilo. — Vamos voltar e pegá-lo agora mesmo! Segure-se aí!
— Tudo bem — concordou o macaco.
Então o crocodilo deu meia volta e rumou para a mangueira do macaco. Assim que eles chegaram à margem, o macaco subiu na árvore e jogou uma manga na cabeça do crocodilo.
— Meu coração está aqui em cima, crocodilo estúpido! — disse ele. — Se quiser comê-lo, vai ter de subir aqui e pegar!


                                             O macaco e o crocodilo, Fábulas do mundo todo. São Paulo: Editora Melhoramentos, 2004. p 35/36


1º) Complete.


a- Título do texto.


b- Número de parágrafos. ________


c- Tipo de texto.     (    ) Conto de Fadas
                                   (    ) Receita
                                   (    ) Convite
                                   (    ) Fábula

d- Em que lugar acontece a história?



e- Quem são as personagens?



2º) Procure no texto e escreva uma frase:


a- Interrogativa:


b- Exclamativa:


Nas questões de 3 até a 8 marque a opção correta:


3º) O macaco pulou nas costas do crocodilo porque:
  
(    ) achava o rio muito largo.                    (    ) confiava no amigo.
(    ) gostava de brincar.                             (    ) não sabia nadar     


4º) O crocodilo aproximou-se do macaco para:

(    ) ajudar o vizinho.                                 
(    ) brincar com 
(    ) satisfazer um desejo.                                      
(    ) tornar-se seu amigo.


5º)No trecho “- Ah – lamentou-se o macaco.”, percebe-se que ele estava:

                (    ) fingindo.                                                 (    ) assustado.                       
                (    ) raivoso.                                                  (    ) sorridente.



6º)  O crocodilo resolveu voltar porque queria:

(    ) afogar o macaco no rio.                                 (    ) dar ajuda ao macaco.
(    ) ensinar o macaco a nadar.                           (    ) pegar o coração do macaco.



7º) Esta fábula sugere que o:

(    ) crocodilo é mais esperto que o macaco.
(    ) crocodilo e o macaco são muito amigos.
(    ) macaco é mais esperto que o crocodilo                      
(    ) macaco e o crocodilo são engraçados.



8º) A história trata especialmente da:

(    ) esperteza.               (    ) maldade                (    ) gula.                   (    ) ignorância



GRAMÁTICA



1º) Retire do texto e escreva :

dois substantivos comuns que estão no primeiro parágrafo.

____________________                      ____________________



2º) Leia o parágrafo abaixo e pinte nele dois adjetivos.

"— Mas é claro — respondeu o macaco. — Nesta selva perigosa os macacos não correm por aí com seus corações. Nós os deixamos em casa. Mas vou lhe dizer o que podemos fazer. Você me leva para a mangueira com frutas maduras, do outro lado do rio, e depois podemos voltar para pegar meu coração."



3º) Escreva os antônimos de:

aproximou - _________________________
ajudo - ____________________________
confiar - ___________________________
em cima ___________________________



04) Invente dois nomes próprios, um para o macaco e outro para o crocodilo:

macaco - ____________________
crocodilo - ____________________



05) Escreva o aumentativo e o diminutivo de:



DIMINUTIVO


AUMENTATIVO

amigo


macaco





6º) Separe as sílabas das palavras e classifique-as quanto ao número.

aproximou - ____________________________
ajudo - _______________________________
sorridente - ____________________________
vou - ____________________________
nadar - ____________________________


7º) Separe as sílabas das palavras e classifique-as quanto à tonicidade:

                           proparoxítona                 paroxítona               oxítona

aproximou - __________________________________________________________
ajudo - ______________________________________________________________
sorridente - ___________________________________________________________
vou - _______________________________________________________________
nadar -______________________________________________________________

Interpretação de texto - Tia Paula Educando com o coração


A primavera da lagarta - Ruth Rocha


Grande comício na floresta! Bem no meio da clareira, debaixo da bananeira.
            Dona Formiga convocou a reunião:
— Isso não pode continuar!
— Não pode, não. – apoiava o Camaleão.
— É um desaforo! – a Formiga gritava.
— É mesmo! – o camaleão concordava.
A Joaninha, que vinha chegando naquele instante, perguntava:
            — Qual é o desaforo, hein?
            — É um desaforo, o que a Lagarta faz! – dizia a Formiga.
            — Come tudo que é folha! – reclamava o Louva-a-Deus.
            — Não há comida que chegue! – continuava a Formiga.
            A Lagartixa não concordava:
            — Por isso não, que as senhoras formigas também comem...
            — É isso mesmo! – apoiou o Camaleão, que vivia mudando de opinião.
            — É muito diferente – disse a Formiga. — Depois, a Lagarta é uma preguiçosa. Vive lagarteando por aí...
            — Vai ver que a Lagartixa é parente da Lagarta – disse o Camaleão, que já tinha mudado de opinião.
            — Parente, não – falou a lagartixa. — É só uma coincidência de nome.
            — Então não se meta! – disse a Formiga.
            — Abaixo a Lagarta! – disse o Gafanhoto. – Vamos acabar com ela!
            — Vamos, sim! – Gritou a Libélula. — Ela é muito feia!
            O senhor Caracol ainda quis fazer um discurso:
            — Minhas senhoras e meus senhores, como é para o bem geral e para a felicidade nacional, em meu nome e em nome de todo mundo interessado, como diria o conselheiro Furtado, quero deixar consignado que está tudo errado...
            Mas como o Caracol era muito enrolado, ninguém prestava atenção no coitado. Já estavam todos se preparando para caçar a Lagarta.
            — Abaixo a feiúra! – Gritava a Aranha – como se ela fosse muito bonita
            — Morra comilona! – exclamava o Louva-a-Deus – como se ele não fosse comilão também.
            — Vamos acabar com a preguiçosa! – berrava a cigarra –  esquecendo sua fama de boa-vida.
            E lá se foram eles cantando e marchando:
            — Um, dois, feijão com arroz... três , quatro feijão no prato...
            Mas a primavera havia chegado. Por toda parte havia flores na floresta, até parecia festa. Os passarinhos cantavam... E as borboletas, quantas borboletas! De todas as cores, de todos os tamanhos, borboleteavam pela mata.
            E os caçadores procuravam pela Lagarta.
            — Um, dois, um dois,  feijão com arroz... três , quatro feijão no prato...
E perguntavam às borboletas que passavam:
            — Vocês viram a Lagarta que morava na amoreira? Aquela preguiçosa, comilona, horrorosa?
            As borboletas riam, riam... Iam passando e nem respondiam.
            Até que veio chegando uma linda Borboleta:
— Estão procurando a Lagarta da amoreira?
—  Estamos, sim! Aquela horrorosa! Comilona!
E a Borboleta bateu as asas e falou:
            —  Pois sou eu...
            —  Não é possível! Não pode ser verdade! Você é linda!
            E a Borboleta, sorrindo, explicou:
            —  Toda lagarta tem seu dia de borboleta. É só esperar pela primavera...
            Dona formiga ficou espantada:
— Não é possível! Só acredito vendo!
E a borboleta falou:
            — Venha ver. Isso acontece com todas as lagartas. Eu tenho uma irmã que está acabando de virar borboleta.
            E todos correram para ver. E ficaram quietinhos, espiando...
            E a lagarta foi se transformando... foi se transformando... Até que , de dentro do casulo, nasceu uma borboleta.
            Os inimigos da Lagarta ficaram admirados.
— É um milagre! – disse a Formiga, envergonhada.
— Bem que eu falei! – disse o Camaleão, que já tinha mudado de opinião.
E a borboleta falou:
            — É preciso ter paciência com as lagartas, se quisermos conhecer as borboletas!


Responda com frases completas.

1º) Onde ia acontecer a reunião na floresta?

(   ) dentro da casinha do tatu?
(   ) dentro do formigueiro.
(   ) embaixo da bananeira.
(   ) embaixo da laranjeira.


2º) Quem foi que convocou a reunião?
       Faça um quadrado ao redor da figura correta.

 
        










Escreva o nome de quem convocou a reunião: __________________________


3º) Qual o bichinho estava provocando tanta confusão? Por quê?

__________________________________________________



4º) Onde vivia a lagarta?

__________________________________________________

5º) No meio da história a lagarta sumiu. 
       O que aconteceu com a lagarta?


__________________________________________________


6º) Você gostou do texto? Por quê?

__________________________________________________

retirado de: http://tiapaulaeducadora.blogspot.com.br/


Hipóteses de escrita - Postado no Grupo Educando e Aprendendo

Pode-se escrever
(Pedro Oom)
Pode-se escrever sem ortografia
Pode-se escrever sem sintaxe
Pode-se escrever sem português
Pode-se escrever numa língua sem saber essa língua
Pode-se escrever sem saber escrever
Pode-se pegar na caneta sem haver escrita
Pode-se pegar na escrita sem haver caneta
Pode-se pegar na caneta sem haver caneta
Pode-se escrever sem caneta
Pode-se sem caneta escrever caneta
 Pode-se escrever sem escrever
Pode-se escrever sem sabermos nada
Pode-se nada sem sabermos
Pode-se escrever sabermos sem nada
Pode-se escrever nada
Pode-se escrever com nada
Pode-se escrever sem nada
Pode-se não escrever..
Hipótese pré-silábica

v     A criança não registra traços no papel com a intenção de realizar o registro sonoro do que foi proposto para a escrita

Nível 1 – Escrita indiferenciada


v     Baixa diferenciação entre a grafia de uma palavra e outra;
v     Traços semelhantes entre si;
v     Traços descontínuos – se a criança tem maior contato com letras de imprensa;
v     Traços contínuos – se a criança tem mais contato com a escrita com letra cursiva;
v     O que diferencia uma palavra da outra é a intenção do produtor, portanto, a interpretação só poderá ser feita por quem escreveu;
v     Muitas vezes a criança não consegue identificar o que escreveu – leitura instável;
v     Costumam grafar palavras de acordo com o tamanho do que está representando;
v     Algumas vezes usam como estratégia o pareamento de desenhos com as palavras – para poder ler com mais segurança – mas também pode caracterizar uma certa insegurança ao decidir que letras deva usar. Essa dificuldade acontece porque ainda não compreendem a função da escrita e confundem o que é escrita com desenhos.

Nível 2 – Diferenciação da escrita


v     A característica principal das escritas desse nível é a tentativa sistemática de criar diferenciações entre os grafismos produzidos; mas a escrita continua não analisável em partes levando a criança a interpretá-la globalmente;
v     Hipótese da quantidade mínima de caracteres e a necessidade de variá-los;
v     Já possuem a intenção de objetivar as diferenças do significados das palavras;
v     Arranjam as letras que conhecem – por poucas que sejam
v     Na figura abaixo, Bárbara demonstra notável aquisição cognitiva quando arranja as 6 letras que conhece (I-E-A-F-L-P) de forma a representar as palavras sugeridas
v     Nesta idade ainda não tem mecanismo para comparar palavras que não estejam próximas.
v     Neste nível poderá ter se apropriado de algumas escritas estáveis – principalmente do próprio nome

Hipótese silábica


v     A criança inicia a tentativa de estabelecer relações entre o contexto sonoro da linguagem e o contexto gráfico do registro;
v     A estratégia da criança é a de atribuir a cada letra ou marca escrita o registro de uma sílaba falada; essa marca poderá ser uma letra (com valor sonoro convencional ou não), pseudoletra, número;
v     A criança começa a perceber que a escrita representa partes sonoras da fala;
v     Conflito, principalmente quando tem que escrever palavras monossílabas – para eles é necessário um número mínimo de letras para cada palavra;
v     Muitas vezes enxertam letras no meio ou final das palavras para que possa parecer estar escrito uma palavra correta;
v     Não é necessário empregar o valor sonoro convencional das letras – P poderá representar a sílaba BA, por exemplo.
v     Esse conflito (número mínimo de letra), acaba por ser deixado de lado, num determinado momento da evolução da criança predominando apenas a lógica da hipótese silábica .

Hipótese silábico-alfabética


v     Neste nível a criança utiliza a hipótese silábica e alfabética da escrita, ao mesmo tempo - momento de transição: a criança não abandonou a hipótese anterior, mas já ensaia novos avanços.
v     Esses avanços só podem ocorrer se forem oferecidas informações às crianças através de formas fixas que permitam o refinamento da aprendizagem do valor sonoro convencional das letras e das oportunidades de comparar os diversos modos de interpretação da mesma escrita.

Hipótese alfabética


v     Aqui a criança já venceu todos os obstáculos conceituais para a compreensão da escrita – cada um dos caracteres da escrita corresponde a valores sonoros menores que a sílaba – e realiza sistematicamente uma análise sonora dos fonemas das palavras que vai escrever.
v     Não há a superação total dos problemas – ainda não domina as regras normativas da ortografia.
v     Nesta produção, a criança dominou o código da escrita, mas não as regras ortográficas – perceba que ela não teve medo de escrever, o que não ocorre com a maioria das crianças quando iniciam a escolaridade;
v     Essa inconstância com a ortografia não é permanente e a superação das falas depende de ensino sistemático, já que não são dedutíveis como a construção da escrita.

Observações Importantes


  • O tempo necessário para avançar de um nível para outro varia muito.
  • A evolução pode ser facilitada pela atuação significativa do educador, sempre atento às necessidades observadas no desempenho de cada estudante, organizando atividades adequadas e colocando, oportunamente, os conflitos que conduzirão ao nível seguinte.
  • O uso da metodologia contrastiva, permitindo que a criança confronte sua hipótese de escrita com a forma padrão (nos diversos materiais de leitura já conhecidos) são um importante recurso para a estabilização da escrita ortográfica. 
  • A sistematização do processo de alfabetização se dará ao longo dos anos subseqüentes.
  • Na medida em que a criança adquire segurança no contato prazeroso, contextualizado e significativo com a língua escrita, sua leitura torna-se mais fluente e compreensiva.
  • Por meio da leitura, o estudante assimila, aos poucos, as convenções ortográficas e gramaticais, adquirindo competência escritora compatível com as exigências da escrita socialmente aceita.
  • Desenvolve-se, assim, o gosto e o interesse pela leitura e a habilidade de inferir, interpretar e extrapolar as idéias do autor, formando-se o leitor crítico.

Importância da sondagem


É por meio da sondagem que o professor poderá conhecer as hipóteses das crianças sobre a língua escrita e dessa forma planejar as atividades, organizar as duplas e os grupos de acordo com as necessidades de cada criança. A sondagem é uma atividade essencial para que o professor conheça o quê e como cada criança está pensando. Deve ser feita individualmente e sempre com palavras e atividades inéditas.

Þ Palavras de um mesmo campo semântico (animais da floresta, doces, frutas, material escolar...)
Þ 1 palavra polissílaba - 1 palavra trissílaba - 1 palavra dissílaba - 1 palavra monossílaba - 1 frase com uma das palavras ditadas.

A sondagem deve ser feita com uma certa regularidade, uma vez a cada 15 dias ou uma vez por mês, para que o professor possa acompanhar as etapas de cada criança. Neste caso, o professor não deve interferir na escrita da criança.

Agrupamentos significativos:

Pré-silábicos com silábicos
Silábicos s/ valor sonoro com silábicos c/ valor sonoro
Silábicos com valor sonoro com silábicos alfabéticos
Silábicos alfabéticos com alfabéticos (ortográficos ou não)
Alfabéticos não ortográficos com alfabéticos ortográficos


Sugestões de atividades para o nível pré silábico



• iniciar pelos nomes das crianças escritos em crachás, listados no quadro ou em cartazes;
•identificar o próprio nome e depois o de cada colega, percebendo que nomes maiores podem pertencer às crianças menores e vice-versa;
•classificar os nomes pelo som inicial ou por outros critérios;
•organizar os nomes em ordem alfabética, ou em “galerias” ilustradas com retratos ou desenhos;
•criar jogos com os nomes (“lá vai a barquinha”, dominó, memória, boliche, bingo);
•fazer contagem das letras e confronto dos nomes; confeccionar gráficos de colunas com os nomes seriados em ordem de tamanho (número de letras).
•Fazer estas mesmas atividades utilizando palavras do universo dos alunos: rótulos de produtos conhecidos ou recortes de revistas (propagandas, títulos, palavras conhecidas). 

Atividades para nível silábico em diante:


•fazer listas e ditados variados (de estudantes ausentes/ presentes, livros de histórias, ingredientes para uma receita, nomes de animais, questões para um projeto);
•usar jogos e brincadeiras (forca, cruzadinhas, caça-palavras);
•organizar supermercados e feiras; fazer “dicionário” ilustrado com as palavras aprendidas, diário da turma, relatórios de atividades ou projetos com ilustrações e legendas;
• propor atividades em dupla (um dita e outro escreve), para reescrita de notícias, histórias, pesquisas, canções, parlendas e trava-línguas.

Descubra para que nível são esses jogos


1- Jogo dos 7 erros: a profª elabora uma lista de palavras e, em 7 delas, substitui uma letra por outra que não faça parte da palavra. A criança deve localizar essas 7 substituição.
2- Jogo dos 7 erros: a profª elabora uma lista de palavras e, em 7 delas, inverte a ordem de 2 letras (ex: cachorro – cachroro). A criança deve achar esses 7 erros.
3- Jogo dos 7 erros: a profª elabora uma lista de palavras e, em 7 delas, omite uma letra. O aluno deve localizar os 7 erros.
4- Jogo dos 7 erros: a profª elabora uma lista de palavras e, em 7 delas, acrescenta 1 letra que não existe. A criança deve localizar quais são elas.
5- Jogo dos 7 erros: a profª escreve um texto conhecido (musica, parlenda, etc.) e substitui 7 palavras por outras, que não façam parte do texto. O aluno deve achar quais são elas.
6- Jogo dos 7 erros: a profª escreve um texto conhecido (musica, parlenda, etc.) e omite 7 palavras. O aluno deve descobrir quais são elas.
7- Jogo dos 7 erros: a profª escreve um texto conhecido (musica, parlenda, etc.) e inverte a ordem de 7 palavras. O aluno deve localizar essas inversões.
8- Jogo dos 7 erros: a profª escreve um texto conhecido (musica, parlenda, etc.) e acrescenta 7 palavras que não façam parte dele. A criança deve localizar quais são elas.
9- Caça palavras: a profª monta o quadro e dá só uma pista: “Ache 5 nomes de animais” por exemplo.
10- Caça palavras: a profª monta o quadro e escreve, ao lado, as palavras que o aluno deve achar.
11- Caça palavras no texto: a profª dá um texto ao aluno e destaca palavras a serem encontradas por ele, dentro do texto.
12- Jogo da memória: o par deve ser composto pela escrita da mesma palavra nas duas peças, sendo uma em letra bastão, e a outra, cursiva.
13- Jogo da memória: o par deve ser idêntico e, em ambas as peças, deve haver a figura acompanhada do nome.
14- Jogo da memória: o par deve ser composto por uma peça contendo a figura, e a  outra, o seu nome.
15- Cruzadinha: A profª monta a cruzadinha convencionalmente, colocando os desenhos para a criança pôr o nome. Mas, para ajudá-las, faz uma tabela com todas as palavras da cruzadinha em ordem aleatória. Assim, a criança consulta a tabela e “descobre” quais são os nomes pelo número de letras, letra inicial, final, etc.
16- Cruzadinha: A profª monta a cruzadinha convencionalmente, colocando os desenhos para a criança pôr o nome. Mas, para ajudá-las, faz um quadro com todos os desenhos e seus respectivos nomes, para que a criança só precise copiá-los, letra a letra.
17- Cruzadinha: A profª monta a cruzadinha convencionalmente, colocando os desenhos para a criança escreva seus nomes.
18- Bingo de letras: as cartelas devem conter letras variadas. Algumas podem conter só letras do tipo bastão; as outras, somente cursivas; e outras, letras dos dois tipos, misturadas.
19- Bingo de palavras: as cartelas devem conter palavras variadas. Algumas podem conter só palavras do tipo bastão; as outras, somente cursivas; e outras, letras dos dois tipos.
20- Bingo: a profª deve eleger uma palavra iniciada por cada letra do alfabeto e distribuí-las, aleatoriamente, entre as cartelas. (+/- 6 palavras por cartela). A profª sorteia a letra e o aluno assinala a palavra sorteada por ela.
21- Bingo: as cartelas devem conter letras variadas. A profª dita palavras e a criança deve procurar, em sua cartela, a inicial da palavra ditada.
22- Quebra cabeça de rótulos: a profª monta quebra cabeças de rótulos e logomarcas conhecidas e, na hora de montar, estimula a criança a pensar sobre a “ordem das letras”
23- Dominó de palavras: em cada parte da peça deve estar uma palavra, com a respectiva ilustração.
24- Ache o estranho: a profª recorta, de revistas, rótulos, logomarcas, embalagens, etc. Agrupa-os por categoria, deixando sempre um “estranho” (ex: 3 alimentos e um produto de limpeza; 4 coisas geladas e 1 quente; 3 marcas começadas por “A” e uma por “J”; 4 marcas com 3 letras e 1 com 10, etc.) Cola cada grupo em uma folha, e pede ao aluno para achar o estranho.
25- Procure seu irmão: os pares devem ser um rótulo ou logomarca conhecidos e, seu respectivo nome, em letra bastão.
26- “Procure seu irmão”: os pares devem ser uma figura e sua respectiva inicial.

retirado de: http://diariodaprofaglauce.blogspot.com.br/


Rotina de uma classe de alfabetização



Algumas orientações para organizar a rotina:

1. A leitura de textos literários feita por professor deve acontecer diariamente.
2. As situações de análise e reflexão sobre o sistema de escrita também devem ser diárias para os alunos que ainda não escrevem alfabeticamente.
3. A leitura pelo aluno deve ser frequente. Em várias situações as crianças poderão ter os textos em mãos e mobilizar estratégias de leitura, desenvolvendo comportamentos de leitor – mesmo que ainda não leiam convencionalmente.  Músicas, poemas,quadrinhas e parlendas, entre outros textos, contribuem para que aqueles que já leem adquiram fluência, enquanto os demais analisam o sistema de escrita.
4. As situações de escrita ou reescrita de próprio punho e de produção oral com destino escrito – individual, coletiva ou em duplas – deverão acontecer nos contextos do projeto ou da sequencia de atividades. Você pode definir a frequência dentro da sua rotina – duas ou três vezes por semana para cada uma delas.
5. As atividades de comunicação oral podem estar inseridas nos projetos didáticos. Mas procure planejar, além disso, momentos de intercâmbio oral pautado por um assunto atual ou uma curiosidade científica. 

EXEMPLO:

retirado de: http://alfabetizarbrincando.blogspot.com.br/


Atividades com Nomes e alfabeto

Postado por Ana Karina às 19:18 1 comentários 
Construção do crachá de mesa:
  • ·         Entregarei para cada criança uma folha de papel com as medidas necessárias para colar no papel cartão  e canetinhas para que possam escrever seus nomes.
  • ·         Observarei se todos conseguiram escrever os nomes e se necessário uma intervenção.
  • ·         A importância do uso do crachá de mesa e a entrega pelo ajudante da sala.


Varal  com nomes e fotos.
  • ·         Como tenho ao lado de fora da sala painéis  o usarei como ferramenta, construindo juntos o varal com nomes (uso do alfabeto móvel) e fotos, com  papeis coloridos, lantejoulas, barbantes, entre outros tipos de materiais.

·          
Escrita do nomes em ordem alfabética

·         Dividir a sala em grupos, tendo todos os nomes dos alunos
  • Pedir que observem as iniciais e colem as mesmas em uma cartolina seguindo a ordem alfabética










Treino de matemática para o simulado